21 de março de 2011

23 de fevereiro de 2011

Leitura

14 de dezembro de 2010

O Senhor Valéry


"O Senhor Valéry", de Gonçalo M. Tavares
Reflexão

Conheci o escritor Gonçalo M. Tavares no dia 12 de Dezembro de 2010.
O livro “O Senhor Valéry” refere uma nova forma de vida pela que podemos optar. Um exemplo é o título “dois lados”, onde o Senhor Varéry é muito perfeccionista, ou seja, quer tudo muito direito e cada coisa tem uma única função, é unívoca. Um dos capítulos que gostei imenso foi “a Competição”, porque está muito bem pensado na forma como escreveu e eu também concordo que isso seja verdade, mas unicamente nas situações onde perco!

Alguns dos capítulos que mais gostei

O animal doméstico

O senhor Valéry tinha um animal doméstico, mas ninguém antes o tinha visto.
Ele deixava-o fechado numa caixa e nunca o soltava. Ele tinha dois buracos. O buraco da parte de cima servia para lhe dar comida e o buraco da parte de baixo servia para lhe limpar as porcarias, porque ele dizia que era melhor evitar os afectos com os animas, porque morriam muito e depois “parte-nos o coração”.
E, logo de seguida, desenhou a caixa com os 2 buracos.

Os dois lados

O senhor Valéry era muito perfeccionista.
Ele só tocava nas coisas que estava à sua esquerda com a mão esquerda e as coisas que estavam à sua direita com a mao direita.
Ele sempre dizia que o mundo tinha 2 lados: o lado esquerdo e o direito. Se alguém toca o lado direito do mundo com o lado esquerdo do corpo surge o erro.
E todo contente desenhou...

A casa de férias

Varéry tinha uma casa sem volume onde passava as suas férias.
A porta e uma fachada eram as únicas coisas que existiam.
Nos dois sentidos se podia entrar e sair.
Ele achava que melhor que aquilo só podia ser uma casa com 4 portas em quadrado e sem paredes.
O centro era o único sítio onde se podia estar sentado.
E o senhor Valéry desenhou. Chamou-lhe a casa das quatro portas juntas.
Ele só queria 4 portas porque ele não se queria perder em compartimentos, ou seja, queria umas férias descansadas.

A competição

O senhor Valéry não gostava de competir.
Sobre qualquer competição ele dizia que do primeiro ao último lugar todas as classificações eram más.
Ele achava que só podia haver justiça numa competição se todos partissem de condições iguais. E se fossem todos iguais como poderia acontecer de alguém ficar à frente do outro?

21 de outubro de 2010

Mobilidade na educação

"A miniaturização das tecnologias, e autêntica revolução ao nível da conectividade, permite-nos ter num equipamento de reduzidas dimensões (PDA, Telemóveis 3G, iPod ...) um conjunto de funcionalidade dos computadores (nomeadamente leitura de ficheiros comuns, execução de programas e acesso à Internet), de dispositivos de captura de imagens e vídeo, comunicações (telemóvel e Internet) e ainda sistemas de localização por sistemas de geoposicionamento global (GPS)..." [Continua]

Já ouviste falar em Geocaching? Experimenta!

Next Vista For Learning: vídeos de e para a educação

Gostei de alguns vídeos deste site. O Next Vista For Learning é tipo uma biblioteca de vídeos educativos. Entrem por aqui.

19 de outubro de 2010

Viagem

Uma viagem... Tudo começou num piquenique junto a um lago, em Chicago. Depois começa uma viagem até aos confins...



17 de outubro de 2010

ABC - Alfabeth Français

Site interactivo para conhecer o alfabeto francês

13 de outubro de 2010

Visitas Virtuais

Na disciplina de Geografia estamos a estudar a Terra e as suas representações.

A Internet oferece-nos um conjunto de recursos infindável. O Google Earth permite-nos "passear" livremente por qualquer ponto do globo. O Google Earth é uma invenção fantástica com vistas de satélite, mapas, terreno edifícios em 3D, desde galáxias no espaço até aos desfiladeiros dos oceanos.

O Google Earth é um software de utilização livre e gratuita. Prepara-te e entra nesta aventura. AQUI.

Coloco uma fotografia da Península Ibérica.

8 de fevereiro de 2010

Vinte e Cinco a Sete Vozes



Deixo-vos com um resumo do livro "Vinte e Cinco a Sete Vozes", que resultou de um trabalho para a disciplina de Língua Portuguesa.



Autora: Alice Vieira
Obra: Vinte e Cinco a Sete Vozes
Ilustradora: Catarina Rebello
Editora: Caminho


APRECIAÇÃO PESSOAL
Este livro foi uma experiência de leitura diferente do habitual, porque a escritora utilizou um tipo de linguagem diferente consoante a idade de cada personagem. Por exemplo, quando o narrador fala com os alunos, transcreve muitas expressões dos jovens de hoje.
Gostei muito do livro, mas não foi fácil, porque tive que o reler uma segunda vez.
As ilustrações são escassas, mas gostava que olhassem atentamente para a sua capa. Inicialmente não percebi o que esta imagem nos queria transmitir. Depois da leitura compreendi que o simples gesto de namorar em público era proibido antes do 25 de Abril.



RESUMO
Tudo começou quando uma investigadora chegou à escola de gravador na mão, para saber o que pensavam as pessoas sobre a data do 25 de Abril de 1974.
Foram ouvidas sete pessoas de três gerações diferentes. Os mais novos não faziam a mínima ideia do que significava essa data histórica para Portugal. A excepção foi Madalena que até já tinha escrito um artigo para o jornal da escola.
Depois, a investigadora foi saber o que pensavam os pais de Paulo Jorge, um dos maiores “baldas” da escola. Infelizmente, o seu pai também não ligava nada a estas coisas e só se lembrava vagamente de alguns acontecimentos que o seu pai lhe tinha contado.
Finalmente, o avô de Madalena tinha vivido intensamente o 25 de Abril. Então, contou tudo o que viveu nessa altura. Começou por dizer que, antes da Revolução dos Cravos, as pessoas não podiam falar livremente, não podiam ouvir ou ler o que queriam. Se o fizessem eram presas, nem que fosse injustamente. Eram presas e torturadas! Algumas eram interrogadas pela PIDE, dias e dias seguidos, sem poderem dormir e obrigadas a estarem de pé até desmaiarem.
A história termina com o avô a falar da festa que foi a conquista da Liberdade.
Para ficarem a saber mais sobre a obra de Alice Vieira cliquem [aqui]

30 de dezembro de 2009

Arcta, o Gigante da Montanha

Certo dia, uma caravana de comerciantes atravessava as montanhas em direcção à cidade mercantil. Subitamente, um estrondo enorme ecoou no vale: era um forte tremor de terra! Todas as carroças pararam e os mercadores fugiram.
Tom e Elenna dirigiram-se para o local, desconfiando que o tremor de terra teria sido provocado pela fera que perseguiam. Dois camponeses e um rapaz que iam a fugir avisaram-nos que era de facto um monstro que havia provocado aquele tremor de terra.
Enquanto escalavam a montanha houve uma derrocada e Elenna ficou aprisionada numa gruta com o seu lobo. Enquanto Tom tentava desobstruir a lama e as pedras, Arcta, a fera que perseguiam, estava mesmo atrás dele com uma venda mágica. Tom assustadíssimo fugiu de montanha em montanha, até que os dois se precipitaram numa ravina e ficaram os dois amarrados a umas rochas mais salientes.
Nesta ocasião, Tom conseguiu retirar a venda dos olhos da fera Arcta, pois sabia que sem venda colocada por Malvel, este era uma boa fera.
De seguida, Tom e Artcta foram em socorro de Elenna e conseguiram retirá-la daquela gruta.

Adam Blade (2007). Arcta, o Gigante da Montanha, Col. Feras e Heróis, Ed. Verbo

29 de dezembro de 2009

Soltra, a Feiticeira de Pedra

O camponês Gretlin lavrava os seus terrenos, quando um nevoeiro denso começava a invadir o pântano. Aparece, de súbito, uma mulher com aspecto estranhíssimo, pois tinha no rosto apenas um olho e a sua cara era completamente lisa. Quando alguém deparava com esta figura ficava completamente imóvel, porque o seu olho resplandecia uma luz intensa. Momentos depois, o camponês estava transformado em pedra.
Tom e Elenna ao verem toda a planície cheia de nevoeiro suspeitaram do pior. Quando lá chegaram verificaram o que tinha sucedido. Espantados com o que tinha acontecido, lembraram-se daquilo que o seu tio ferreiro lhes tinha ensinado: todas as pedras tinham sempre um ponto fraco. Tom cravou a sua espada numa fenda que estava muito próxima do coração do camponês e conseguiu libertá-lo daquele sofrimento.
Mais tarde, quando chegou à aldeia do seu tio Henry, deparou-se com uma situação ainda mais horrível. Muitas das pessoas tinham sido transformadas em pedra, mas felizmente algumas pessoas e o seu tio estavam a salvo.
Tom e Elenna tinham que pensavam num estratagema para libertar as pessoas daquela aldeia. Então, Elenna teve a brilhante ideia de retirar as pessoas da aldeia para um refúgio perto próximo daquela localidade.
Retiraram assim todas as pessoas e prepararam um acampamento. Decidiram que Tom ficava a vigiar o primeiro turno e quando não conseguisse aguentar mais com os olhos abertos chamaria Elenna para o substituir e assim alternavam sucessivamente. Mas ninguém os importunou durante a noite.
Reuniram todos os habitantes da aldeia e comunicaram-lhes que iriam perseguir a feiticeira Soltra.
Lá partiram. Depois de percorrerem uma longa distância, começou novamente a ficar o tempo enublado. O caminho que percorriam escondia muitas armadilhas. Chegaram a determinado sítio e depararam-se com um grande lago, cheio de juncos. Tom disse a Elenna para aguardar e lá foi. Mas desequilibrou-se e ficou amarrado por um pé num dos juncos. Tentava a todo libertar-se, mas quanto mais puxava, mas se afundava. Estava a entrar em pânico. Conseguiu manter-se mais calmo e pensou que tinha a pena mágica que lhe tinha sido dada por Artcta. Retirou-a com todo o cuidado do seu escudo e esfregou-a. Artcta pressentiu imediatamente que o seu amigo e estava em perigo e foi logo lá retirá-lo.
Estranhamente Tom não se sentia seguro. Retirou a bússola do seu bolso e verificou que indicava que Soltra estava ali muito próxima. Tirou a sua espada e quando olhou para trás viu a feiticeira malvada. Levantou a espada e reflectiu os poderosos raios provenientes do seu temível olho e Soltra desapareceu num abrir e fechar de olhos.


Adam Blade (2007). Soltra, a Feiticeira de Pedra. Col. Feras e Heróis, Ed. Verbo

18 de outubro de 2009

Gostar de ler!

Caros visitantes e amigos,
Há já a algum tempo que não posto no meu blogue...
Hoje encontrei um vídeo, que embora sendo em espanhol, deixa-nos uma mensagem encorajadora sobre as palavras, as leituras,os livros...
Também eu gosto muito de ler, porque ler é entrar noutra dimensão, noutros mundos.
A minha última experiência de leitura foi a Odisseia de Homero.
Espero que gostem e façam muitas leituras.


9 de dezembro de 2008

Um amigo

A minha mãe ajudou a minha irmã a gravar este texto. Pelo que a minha irmã me diz, escolheu este texto "AMIGO" porque diz coisas muito bonitas sobre os amigos.
Parabéns Beatriz!


12 de fevereiro de 2008

Auto da Barca do Inferno

Gil Vicente representou esta peça de teatro na corte do rei Dom Manuel, quando a rainha estava doente e sem vontade de rir.

A peça começa com um Diabo a dizer que a maré está boa para navegar.

Entretanto, chega um Fidalgo e pergunta onde vai aquela barca e começa a fazer muitas exigências. O Diabo vai dizendo que aquela barca conduz os passageiros ao Inferno. Perante tal notícia, o Fidalgo dirige-se à barca do Anjo, mas em vão. E, voltando à barca do Inferno, embarca.

Chega um Agiota.

O Diabo dá-lhe as boas-vindas e até lhe chama parente. O Diabo critica-o por ele não se livrar do dinheiro. Mas o seu grande pecado foi por emprestar pouco e ganhar uma montanha de massa, explorando os mais humildes. Até que se chateia e vai à barca do Anjo, prometendo-lhe dinheiro para que o passasse para o outro lado.

Mas teve que voltar para a barca do Inferno e lá encontrou o Fidalgo e começa a insultá-lo.

Chega um Parvo e pergunta qual é a barca dos tolos.

Usa uma linguagem muito cómica, parece mesmo um tolo a falar para o Diabo. Não satisfeito com o que viu, vai a barca do Anjo e diz-lhe que não é ninguém; e o Anjo acha que todo o mal que ele fez não foi feito por maldade. Assim convida-o a entrar e embarcou.

É a vez de um Frade. Depois de trocarem argumentos acerca do que fez em terra, o Diabo diz-lhe para entrar, porque parece que não se tinha portado muito bem.

Os Quatro Cavaleiros, que tinham perdido a vida a lutar pela pátria, foram directamente para a barca do Anjo.

Entraram ainda na Barca do Inferno uma Alcoviteira, um Procurador e ainda mais um Sapateiro, um Enforcado, um Corregedor, que muito tinha roubado os humildes.

3 de fevereiro de 2008

Eça de Queirós, Os Maias

(Este resumo foi feito por mim a partir de uma adaptação de José Luís Peixoto. No próximo fim de semana sairá outro livro no semanário Sol, desta vez uma peça de teatro de Gil Vicente, o "Auto da Barca do Inferno).

Esta é uma das histórias mais complicadas que já li e que se passou há muito tempo.

Os Maias eram uma família rica da Beira, composta pelo avô, Afonso da Maia, e pelo neto Carlos da Maia que foram viver para a Casa do Ramalhete, em Lisboa. O avô, Afonso, era muito rigoroso, mas também muito amável e foi com esse rigor que educou Carlos.

Pedro da Maia era filho de Afonso e de Maria Eduarda, que emigraram para Inglaterra. Pedro era muito mimado pela mãe, nunca saía à rua nem brincava com outros meninos da mesma idade. Maria Eduarda acabou por morrer e Pedro ficou muito triste pela morte da mãe.

Pedro só deixou a tristeza quando se apaixonou por Maria de Monforte. Afonso, seu pai não gostou, mas acabaram por se casar. Tiveram uma menina, que lhe puseram o nome da mãe e depois um rapaz.

Maria de Monforte conheceu um italiano e apaixonou-se por ele. Decidiu fugir para Itália levando consigo a sua filha. Pedro ficou novamente muito triste. Tinha perdido a mulher e a filha. Pedro quase enlouqueceu e pôs fim à sua própria vida. O filho de Pedro, Carlos, era muito pequeno e nem percebeu o que tinha acontecido. O Avô Afonso, não conseguiu permanecer naquela casa e mudou-se para Santa Olávia. Em contacto com a natureza o seu neto poderia desenvolver-se mais saudavelmente, ao estilo de uma educação inglesa. Queria dar a educação ao neto que não tinha podido dar ao filho. Havia uma rigidez muito grande, no horário das refeições, no estudo, e outras coisas, mas era criança feliz. Quando terminou o liceu foi estudar para Coimbra e lá se formou em medicina. Lá conheceu João da Ega, seu grande amigo.

Na festa final de curso o avô Afonso estava muito orgulhoso de um neto assim e decidiu voltar a morar no Ramalhete.

Carlos passou cerca de um ano a viajar pela Europa como recompensa. Carlos no regresso abriu um consultório no Rossio. Num dos dias em que Carlos não tinha que fazer, o seu amigo de sempre, Ega, entrou no consultório com mais uma das suas ideias originais: propunha que escrevessem “Memórias de um Átomo” e que iria contar toda a história da Humanidade até ao presente.

No Ramalhete faziam-se grandes serões e por Lisboa havia grandes jantares e festas. Foi num desses jantares que Carlos viu pela primeira vez uma linda mulher, bonita como uma deusa, acompanhada pela sua filha. Esta era casada pela segunda vez com Castro Gomes. Carlos não conseguia esquecer aquecer aquela mulher, que se chamava Maria Eduarda que tanto o fascinara.

Certo dia Carlos foi chamado para assistir uma criança e imaginem que era filha de Maria Eduarda. Aqui começou um inevitável romance de Carlos com Maria Eduarda.

Até que um dia Ega chega desesperado ao Ramalhete e conta-lhe que Castro Gomes descobriu a relação de Carlos com a sua mulher. Até que Castro Gomes decide abandonar Maria Eduarda e vai para o Brasil. Carlos tem longas conversas com Maria Eduarda e cada vez se tornavam mais íntimos. Até que um dia declarou que a amava e a paixão aumentava entre os dois.

Entretanto Castro Gomes recebeu uma carta anónima no Rio de Janeiro que dizia que Carlos e Maria Eduarda eram amantes. Castro Gomes decide confrontar Carlos com aquela denúncia, a que este assume a situação. Para seu grande espanto, Castro Gomes diz que nunca se tinha casado com Maria Eduardo, eram amantes.

Por causa desta carta entra em cena o senhor Guimarães. Este diz que conhecia bem a mãe de Carlos e falou-lhe da sua irmã. Ega nada sabia. Sem ser por mal, o senhor Guimarães diz a Ega que Maria Eduarda era irmã de Carlos. Ega ficou aterrorizado com a situação. Carlos ficou completamente transtornado e tentou que o avô esclarecesse, mas em vão. Perante isto o avô não resistiu e morreu no jardim.

Carlos foi ter com Maria Eduarda a Santa Olávia e contou-lhe.

Perante isto Carlos decidiu partir numa longa viagem de dez anos. Regressou, desencantado, e em conversa com Ega dizem que “não vale a pena fazer um esforço, correr com ânsia para coisa alguma” e apanharam o eléctrico.

Guilherme Faria

29 de janeiro de 2008

O Gigante dos Mares

O Gigante dos Mares

Este fim – de – semana fui ao quiosque com os meus pais e vi uma revista que me interessava – era a Visão.

Comecei a ler encontrei artigos muito interessantes, mas o que me estava mais a chamar à atenção era um artigo sobre as baleias do oceano.

O artigo tinha o nome de “O Gigante dos Mares”. Falava de muitas espécies de baleias e que todas gostam de viver em conjunto (em grupos) e comunicavam através e guinchos, assobios roncos ou estalidos intensos.

As baleias dividem-se em dois grandes grupos: baleias com barbas e baleias com dentes. As primeiras, as com barba, têm placas laminadas tipo coadores: engolem grandes quantidades de água e depois filtram para reter o plâncton, que o conjunto de plantas e animais microscópios em suspensão nas águas e está na base de muitas cadeias alimentares.

As baleias com dentes alimentam-se de peixes e animais de grande porte. Algumas até se lançam entre as praias para agarrar as infelizes focas!

15 de janeiro de 2008

Alguém sabe explicar?!

Porque é que as pessoas em Espanha são Espanhóis e na Rússia não são Rissóis?

Porque é que na Suécia as pessoas são Suecos e em Marrocos não são Marrecos?

Porque é que em Marrocos as pessoas são Marroquinos e na Suíça não são Suínos?

Porque é que na Polónia as pessoas são Polacas e na Estónia não são Estacas?

Porque é que se diz Discoteca em vez de Discotoca se o disco toca e não teca?

Porque é que é Espingarda em vez de Espungarda pois faz pum e não pim?

Porque é que os que andam no mar são Marujos e os do ar não são Araújos?

Porque é que as batatas grelam e os grelos não batatam?

23 de dezembro de 2007

Acróstico



Coração puro como a água
Ama muito
Tem carinho com todos
Amar é o dom dela
Ri-se quase sempre!
Inteligente é o que eu gosto de ver mais nela
Novelas é o que ela mais gosta de ver
Amo-te no fundo do meu coração

21 de dezembro de 2007

Os pinheiros do monte

Os pinheiros do monte de S. João temiam que o pior acontecesse como aos seus irmãos mais velhos.
Estava-se no início de Dezembro e os flocos de neve enfeitavam as casas e os jardins da vila. Lá fora já se notava a azáfama do costume: as ruas ganhavam uma nova vida com as luzes mágicas do Natal. As pessoas com os seus agasalhos de Inverno mostravam nos seus olhos um brilho especial. Todos estavam muito contentes por estar a nevar, mas a sua felicidade era devido à chegada do Pai Natal. Toda a gente pensava nas prendas que iam dar e receber, e algumas pessoas também pensavam no Menino Jesus. Quem pensava diferente era o madeireiro lá da terra, que só pensava em cortar pinheiros para vender às pessoas.
Certo dia o Dinis, um menino muito esperto decidiu dizer ao senhor Matias (o madeireiro):
- Olá S. Matias como está?- Perguntou ele.
- Estou bem rapaz! Mas o que é que te traz por cá?
- Sabe S. Matias quero fazer-lhe uma proposta, e se em vez de o senhor cortar pinheiros vendesse pinheiros artificiais?
O senhor Matias ficou deveras intrigado e lá disse ao rapaz que ia pensar melhor. E assim aconteceu, o senhor Matias aceitou a sugestão do rapaz.
E a partir daquele Natal transformou-se num dos maiores empresários do país…

8 de setembro de 2007

A Minha prima Catarina




Ontem levei a minha prima ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, porque foi estudar para a República Checa seis anos.
Levantamo-nos às seis e meia da manhã, preparamo-nos rapidamente e fomos buscá-la a casa. No dia anterior fizemos uma grande viagem a Salamanca, mas estávamos tão entusiasmados que não havia sono nem cansaço.
Partimos já um bocadinho atrasados. Fomos todos fazer o check-in, porque ela levava muitas bagagens. O Aeroporto estava finalmente concluído. No interior a decoração estava magnífica, feita de ferro e de vidro.
Mais tarde, quando ia para a porta de embarque ela estava muito triste e eu tambem tive muita pena dela porque só nos períodos, Natal, Páscoa…é que a volto a ver . Às vezes penso nela quando ela foi simpática para mim e quando me deixou ir para casa dela. Como eu gosto da minha prima!...
Querida prima, já pedi aos meus pais para te visitarmos. Espero que antes de terminares o curso de Medicina possa fazer-te uma surpresa…
Um beijo grande e um abraço do teu primo. Nunca te esquece.

Guilherme Faria